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  • Thamara Laila

O COMEÇO DO PROCESSO

Atualizado: 6 de Out de 2019

Não sei o exato momento que começou. Talvez quando pedi demissão do meu grande sonho. Talvez quando iniciei um projeto sem nem dominar as tarefas necessárias direito. Mas, lembro onde aconteceu o grande estalo. Decidi fazer uma viagem que conectava fotografia e espiritualidade. Minha intuição berrava que precisava fazer isso. E, sozinha. Então, lá vou eu para o Vale do Capão, Bahia em outubro de 2016, para participar do evento Descobrir-se, da fotógrafa Caroline Paternostro.


Achei que ia aprender a me conectar com a fotografia. Mas a jornada era para me reconectar comigo mesma. Cada palavra e experiência trocadas na vivência iam direto para o meu coração. Não tinha um filtro. Tive uma crise de choro bizarra, como não tinha há séculos. Durante um exercício, a Carol comentou que havia uma força escura muito forte, mágoa, e que eu precisava deixar florescer a alegria da vida. Aquilo me tocou, pois eu sabia que tinha endurecido, deixado de ver beleza. Tinha colocado um sucesso profissional acima de tudo. Tinha me perdido, totalmente, no meio de metas que já nem lembrava de onde surgiram, mas seguia fielmente. 


Dividi quarto com a Lore e a Josi, duas pessoas com processo totalmente diferentes do meu, mas que agregaram demais na minha jornada. Lorena foi a primeira a me abraçar durante minha crise de choro e ela não pedia explicações, só ofereceu colo. Obrigada, Lore, por isso. Lembro de andarmos pela ruas da vila e enquanto todos clicavam, eu só queria olhar, ver, sentir.


Logo no primeiro dia, sentei ao lado da Ana (e já aviso que vocês irão ver muito ela por aqui). Tiramos o mesmo card durante o Holocromos, falando sobre ancestralidade. Isso me fez perceber o quanto tinha assuntos pendentes na área familiar, o quanto tinha coisas entaladas e o quanto fechava minha intuição.


Foi lá, com a cabeça quase nas raízes dessa árvore, que tive meu primeiro contato com o Reik, quando a fada Bárbara ofereceu fazer em algumas pessoas. Nunca tinha escutado falar em Reik, mas senti que precisava aceitar. Até hoje levo comigo a foto que tirei assim que acabou, da árvore, da luz solar, para me conectar com essa energia. Durante a sessão, meu coração pulsava, a cabeça sentia uma pressão forte e eu senti água escorrendo pelos joelhos. Assim que acabou, como boa geminiana, já queria saber o que ela tinha jogado no meu joelho. A Bah só olhou, riu e disse: nada. Era energia pura.

Poderia ficar dias falando dessa experiência. Mas ali, no meio daquela energia, natureza, recebi o convite de olhar para dentro de mim, para ir arrancando as máscaras, as crenças impostas por outros, as verdades que não eram minhas. Ali recebi o convite e, durante as comidas veganas, os abraços apertados, o barulho da natureza, dançando em volta da fogueira eu diz sim ao Universo. Me abri ao meu processo, quis me reconectar com a Thamara que acreditava nos sinais, em fadas, na energia, nas cores, nos cheiros. Na Thamara que ama pé no chão, cheiro de chuva molhada, barulho de cachoeira. Na Thamara que queria escrever por escrever, que amava fechar os olhos para sentir o vento. Na Thamara que aceitava mais, se cobrava menos.

Então, agora te faço as seguintes perguntas: você sabe onde está o seu verdadeiro eu? Você sabe diferencia o que é você do amontado de crenças que a sociedade instalou em ti? Onde você tem jogado sua energia? Você se sente desconectada de si? Se sim, vamos juntas nessa jornada. Hoje, decrete para si o SIM! Diga ao Universo para abrir os caminhos, diga SIM ao seu processo de reencontro. Diga SIM a si mesma, a sua verdade.


Algumas (poucas) fotos feitas por mim:

Agradeço a todas as pessoas desse encontro. Obrigada por compartilharem, por estarem presentes. Vocês não fazem ideia de como tudo ali mudou minha vida. Gratidão!

Foto: Caroline Paternostro

#autoconhecimento #descobrirse #reconexão

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